Fiquei em uma encruzilhada em relação à minha produtividade.
Finalmente consegui arrumar minha mente e parar de beber.
Ontem, sexta feira, nem sequer me deu vontade de beber. Pra falar a verdade até passou de leve pela minha mente, mas, eu mesmo controlei. Não bebo mais!
Já hoje Sábado, a produtividade foi maior, certo?
Só que não!
Minha mente está a mil por hora, mas sem foco.
Penso em tudo de forma muito intensa, mas não produzo nada, apenas vago pela minha mente com meus sonhos e as coisas de que gosto.
Pior, como é cede de manhã não pude pegar meu violão para tocar e extravasar toda essa energia em algo produtivo.
Tinha que estudar, mas não consigo.
Por outro lado, prefiro muito mais minha mente com excesso de pensamentos do que estar anestesiado e letárgico por conta dos feitos pós cerveja.
Bom, só de escrever isso já me ajudou.
Daqui a pouco vou poder tocar.
E, tenho certeza que Domingo vai ser melhor.
Volto para contar.
sábado, 10 de junho de 2017
Parar de beber, porquê?
Aqui segue a lista dos motivos de eu estar nessa empreitada para parar de beber:
1. Dinheiro.
Para ser sincero, se não fosse pela necessidade de economizar e pagar minhas dívidas dificilmente eu estaria tentando parar de beber, poderia muito bem gerenciar as ressacas eventuais e ignorar o mau que o álcool faz ao corpo.
Imagine o que você pode comprar se puder parcelar algo por R$ 150,0 por mês, todos os meses? Ou mesmo se pudesse colocar isso em uma aplicação? Detalhe, esse valor é o aproximado no valor gasto com cerveja, não conta outros pequenas gastos como por exemplo gasolina par ir comprar e remédios para a ressaca.
2. Saúde
É óbvio e ululante os efeitos devastadores do álcool ao corpo humano. Mas escolhemos ignorar e passar pelo sofrimento, tudo pelo falso prazer que ele proporciona.
Um efeito que espero ansiosamente é a perda de peso.
Quando consegui ficar 46 dias sem beber o desinchaço foi notável, principalmente na região do rosto. Mas também houve perda de peso.
Espero também finalmente conseguir deixar minha barriga abaixo dos 100 cm de diâmetro.
Também cansei das ressacas.
E aqui eu chamo a atenção para os amigos. Antes de tentar parar de beber eu pouco reparava nas ressacas. Você até pode dizer que não as tem, mas, acredite, ela sempre está lá. O álcool é uma substância tóxica para o corpo e seu sistema se esforça para eliminá-lo o mais rápido possível, deixando inclusive de cumprir com outras funções importantes para o seu corpo.
Hoje eu vejo com clareza como fico letárgico e como meu corpo demora pelo menos 48 hrs para começar a voltar ao normal. Isso porque bebo sem exageros.
Sinto os efeitos da ressaca até mesmo quando bebo apenas uma pequena garrafa. Tenho sonolência uma meia hora depois. Como é em pouca quantidade também sinto pouco no dia seguinte, mas sei que está lá, meu corpo lutando para liberar as toxinas que eu mesmo ingeri.
Concentração
No inicio eu diria que esse é um motivo repetido.
Eu estudo para concursos basicamente para ter mais dinheiro, entre outras razões.
Então eu tenho que parar de beber para poder render mais e melhor nos estudos.
Mas, com o tempo, eu passei a reparar nos efeitos negativos do álcool em outras áreas.
No trabalho, por mais que eu consiga trabalhar normalmente no dia seguinte, minha concentração não é a mesma, e principalmente minha paciência e força de vontade. Pra que vocês saibam eu sou professor e aguentar uma sala barulhenta não é fácil (muitas vezes não é bagunça, sala de aula é barulhenta mesmo quando os alunos estão produzindo). A sensibilidade ao barulho e a paciência definitivamente não são os mesmo quando eu bebi no dia anterior.
Até mesmo quando estou dando aulas particulares eu sinto essa diferença.
Gosto muito de ler e nas manhãs pós cerveja eu dificilmente consigo ler algo com boa concentração.
Esse próprio texto que estou escrevendo. O faço agora neste momento ressaquistico para não perder o momentum, mas sinto a dificuldade de organizar os pensamentos e demoro muito mais a escrever do que se estivesse sóbrio por alguns dias.
Nos esportes, quando jogo tênis ou beach tennis, além do fato de o corpo não responder como gostaria e podeira há também os pequenos erros cometidos por conta da letargia cerebral.
Jogo melhor quando estou vários dias sem beber, sem dúvidas.
Música;
Agora, essa é um área interessante.
Tocar e beber foi sem dúvidas um dos fatores que contribuíram para o meu hábito de beber e seus efeitos em sequência (barriga, grana e outros).
Quando tocava baixo, eu separava uma Sexta ou um Sábado a noite, umas boas cervejas geladas, colocava o fone de ouvido e ia tocando as músicas e curtindo, como se estivesse em show.
O que eu não reparava é que eram músicas que eu já tinha aprendido há muitos anos e, mesmo essas, eu acaba errando muito, mas sem me importar.
Quando comecei a tocar violão eu mantive esse hábito, mas, com o tempo eu passei a tocar melhor e a ser mais exigente com a minha execução.
As vezes eu ainda bebo e toco, mas, nunca aprendo músicas novas quando faço isso e passei a reparar como a minha técnica e execução ficam comprometidas pelo estorpor da bebida. Gosto de tocar bem, busco de fato a perfeição. Definitivamente beber e tocar não combinam mais. A cerveja deve partir, fico só com o vilão (o prazer verdadeiro de tocar bem uma música que eu gosto, além do prazer transmitido àqueles que me escutam.)
Respeito
1. Dinheiro.
Para ser sincero, se não fosse pela necessidade de economizar e pagar minhas dívidas dificilmente eu estaria tentando parar de beber, poderia muito bem gerenciar as ressacas eventuais e ignorar o mau que o álcool faz ao corpo.
Imagine o que você pode comprar se puder parcelar algo por R$ 150,0 por mês, todos os meses? Ou mesmo se pudesse colocar isso em uma aplicação? Detalhe, esse valor é o aproximado no valor gasto com cerveja, não conta outros pequenas gastos como por exemplo gasolina par ir comprar e remédios para a ressaca.
2. Saúde
É óbvio e ululante os efeitos devastadores do álcool ao corpo humano. Mas escolhemos ignorar e passar pelo sofrimento, tudo pelo falso prazer que ele proporciona.
Um efeito que espero ansiosamente é a perda de peso.
Quando consegui ficar 46 dias sem beber o desinchaço foi notável, principalmente na região do rosto. Mas também houve perda de peso.
Espero também finalmente conseguir deixar minha barriga abaixo dos 100 cm de diâmetro.
Também cansei das ressacas.
E aqui eu chamo a atenção para os amigos. Antes de tentar parar de beber eu pouco reparava nas ressacas. Você até pode dizer que não as tem, mas, acredite, ela sempre está lá. O álcool é uma substância tóxica para o corpo e seu sistema se esforça para eliminá-lo o mais rápido possível, deixando inclusive de cumprir com outras funções importantes para o seu corpo.
Hoje eu vejo com clareza como fico letárgico e como meu corpo demora pelo menos 48 hrs para começar a voltar ao normal. Isso porque bebo sem exageros.
Sinto os efeitos da ressaca até mesmo quando bebo apenas uma pequena garrafa. Tenho sonolência uma meia hora depois. Como é em pouca quantidade também sinto pouco no dia seguinte, mas sei que está lá, meu corpo lutando para liberar as toxinas que eu mesmo ingeri.
Concentração
No inicio eu diria que esse é um motivo repetido.
Eu estudo para concursos basicamente para ter mais dinheiro, entre outras razões.
Então eu tenho que parar de beber para poder render mais e melhor nos estudos.
Mas, com o tempo, eu passei a reparar nos efeitos negativos do álcool em outras áreas.
No trabalho, por mais que eu consiga trabalhar normalmente no dia seguinte, minha concentração não é a mesma, e principalmente minha paciência e força de vontade. Pra que vocês saibam eu sou professor e aguentar uma sala barulhenta não é fácil (muitas vezes não é bagunça, sala de aula é barulhenta mesmo quando os alunos estão produzindo). A sensibilidade ao barulho e a paciência definitivamente não são os mesmo quando eu bebi no dia anterior.
Até mesmo quando estou dando aulas particulares eu sinto essa diferença.
Gosto muito de ler e nas manhãs pós cerveja eu dificilmente consigo ler algo com boa concentração.
Esse próprio texto que estou escrevendo. O faço agora neste momento ressaquistico para não perder o momentum, mas sinto a dificuldade de organizar os pensamentos e demoro muito mais a escrever do que se estivesse sóbrio por alguns dias.
Nos esportes, quando jogo tênis ou beach tennis, além do fato de o corpo não responder como gostaria e podeira há também os pequenos erros cometidos por conta da letargia cerebral.
Jogo melhor quando estou vários dias sem beber, sem dúvidas.
Música;
Agora, essa é um área interessante.
Tocar e beber foi sem dúvidas um dos fatores que contribuíram para o meu hábito de beber e seus efeitos em sequência (barriga, grana e outros).
Quando tocava baixo, eu separava uma Sexta ou um Sábado a noite, umas boas cervejas geladas, colocava o fone de ouvido e ia tocando as músicas e curtindo, como se estivesse em show.
O que eu não reparava é que eram músicas que eu já tinha aprendido há muitos anos e, mesmo essas, eu acaba errando muito, mas sem me importar.
Quando comecei a tocar violão eu mantive esse hábito, mas, com o tempo eu passei a tocar melhor e a ser mais exigente com a minha execução.
As vezes eu ainda bebo e toco, mas, nunca aprendo músicas novas quando faço isso e passei a reparar como a minha técnica e execução ficam comprometidas pelo estorpor da bebida. Gosto de tocar bem, busco de fato a perfeição. Definitivamente beber e tocar não combinam mais. A cerveja deve partir, fico só com o vilão (o prazer verdadeiro de tocar bem uma música que eu gosto, além do prazer transmitido àqueles que me escutam.)
Respeito
segunda-feira, 5 de junho de 2017
Efeito cascata
Então sexta feira eu estava confiante que não iria ter sequer vontade de beber.
Não estava ansioso, não ficava pensando em beber, ache que finalmente iria encontrar novamente aquele estado mental onde eu nem sequer sentia vontade de beber.
Até que chegou a noite e eu decidi sair para ver meu professor de violão tocar em um bar.
Fiquei só um pouco no bar, não bebi nada lá, mas então minha mente começou a voar com meus projetos de todos os tipos e com minhas decepções musicais e profissionais e quando dei por conta estava no posto de gasolina gastando os unicos cinco reais que tinha no bolso para comprar um pequena garrafa de cerveja.
Vai ser uma só, pensei comigo.
Mas,, decidi passar no supermercado, e lá eu vi que a mesma cerveja estava bem mais barata e comprei mais uma, e sai para dirigir, beber e pensar. Algo que sempre gostei muito de fazer.
Foram somente duas pequenas garrafas. No dia senti pouco os efeitos, apenas comi mais naquela noite do que realmente deveria (efeito numero um).
Dia seguinte, pequeno desconforto, uma pequena dor de cabeça e a sensação de corpo apenas um pouco cansado.
A cerveja tipo pilsen vendida no Brasil geralmente me causa mais reação do que as tipo IPA, melhor elaboradas, que, apesar de terem uma concentração de álcool bem mais alta me causam menos reaçao.
Otimo, apenas um dias, foram so duas Bud certo? So que nao....
Sábado, finalzinho de tarde, saí para comprar pizza semi pronta, e novamente aquele desejo incontrolável, aquele estado mental que mistura culpa, vontade, prazer, razão e o irracional. Nessas horas, prefiro deixar-me levar e simplesmente beber porque sei que vai voltar ainda mais forte no dia seguinte. O estado mental de não beber tem de vir antes disso.
Foram duas IPA de 600 ml. Pelo menos estavam em promoção. Só pra aumentar a minha culpa utilizei o dinheiro da poupança para comprar o violão.
Me acalmei, dirigi e bebi um pouco e voltei para casa. Desta vez não escondi da minha esposa, ela viu o último copo.
Efeito numero 2. Fiquei na sala vendo televisão ate as 2:30 da manhã, meio que desmaiado no sofá, roncando feito um porco. E eu nem me senti realmente bêbado.
Efeito numero 3. Acordei novamente cansado no domingo, mais do que no sabado. Tentei estudar, em vão, não conseguia a concentração necessária (efeito número 4), mas forcei um pouco na parte da tarde e até que foi.
Fim do dia. Estou exausto. Porque estou com tanto sono se fiz tao pouco durante o dia?
Com certeza foi a noite mau dormida por conta do álcool.
Vou dormir cedo, mas não consigo. Ainda tem o efeito da noite anterior, desconforto do corpo, mente inquieta.
Segunda. Meu celular desperta às 5 da manhã, melhor horário para estudar, acordo meio grogue, desligo e volta a dormir.
Acordo novamente às 6 e tenho que escrever este texto.
Como aquelas duas cervejas na sexta prejudicaram todo o meu final de semana.
Efeito cascata.
PS. As duas cerveja são o que os pseudo especialistas recomendam como quantidade "saudável" diária.
E tem gente que ainda acredita.....
Não estava ansioso, não ficava pensando em beber, ache que finalmente iria encontrar novamente aquele estado mental onde eu nem sequer sentia vontade de beber.
Até que chegou a noite e eu decidi sair para ver meu professor de violão tocar em um bar.
Fiquei só um pouco no bar, não bebi nada lá, mas então minha mente começou a voar com meus projetos de todos os tipos e com minhas decepções musicais e profissionais e quando dei por conta estava no posto de gasolina gastando os unicos cinco reais que tinha no bolso para comprar um pequena garrafa de cerveja.
Vai ser uma só, pensei comigo.
Mas,, decidi passar no supermercado, e lá eu vi que a mesma cerveja estava bem mais barata e comprei mais uma, e sai para dirigir, beber e pensar. Algo que sempre gostei muito de fazer.
Foram somente duas pequenas garrafas. No dia senti pouco os efeitos, apenas comi mais naquela noite do que realmente deveria (efeito numero um).
Dia seguinte, pequeno desconforto, uma pequena dor de cabeça e a sensação de corpo apenas um pouco cansado.
A cerveja tipo pilsen vendida no Brasil geralmente me causa mais reação do que as tipo IPA, melhor elaboradas, que, apesar de terem uma concentração de álcool bem mais alta me causam menos reaçao.
Otimo, apenas um dias, foram so duas Bud certo? So que nao....
Sábado, finalzinho de tarde, saí para comprar pizza semi pronta, e novamente aquele desejo incontrolável, aquele estado mental que mistura culpa, vontade, prazer, razão e o irracional. Nessas horas, prefiro deixar-me levar e simplesmente beber porque sei que vai voltar ainda mais forte no dia seguinte. O estado mental de não beber tem de vir antes disso.
Foram duas IPA de 600 ml. Pelo menos estavam em promoção. Só pra aumentar a minha culpa utilizei o dinheiro da poupança para comprar o violão.
Me acalmei, dirigi e bebi um pouco e voltei para casa. Desta vez não escondi da minha esposa, ela viu o último copo.
Efeito numero 2. Fiquei na sala vendo televisão ate as 2:30 da manhã, meio que desmaiado no sofá, roncando feito um porco. E eu nem me senti realmente bêbado.
Efeito numero 3. Acordei novamente cansado no domingo, mais do que no sabado. Tentei estudar, em vão, não conseguia a concentração necessária (efeito número 4), mas forcei um pouco na parte da tarde e até que foi.
Fim do dia. Estou exausto. Porque estou com tanto sono se fiz tao pouco durante o dia?
Com certeza foi a noite mau dormida por conta do álcool.
Vou dormir cedo, mas não consigo. Ainda tem o efeito da noite anterior, desconforto do corpo, mente inquieta.
Segunda. Meu celular desperta às 5 da manhã, melhor horário para estudar, acordo meio grogue, desligo e volta a dormir.
Acordo novamente às 6 e tenho que escrever este texto.
Como aquelas duas cervejas na sexta prejudicaram todo o meu final de semana.
Efeito cascata.
PS. As duas cerveja são o que os pseudo especialistas recomendam como quantidade "saudável" diária.
E tem gente que ainda acredita.....
sábado, 27 de maio de 2017
Minha paixão ou minha desilusão?
Acredito finalmente ter encontrado a motivação correta para conseguir parar de beber.
Quero muito me tornar um violonista de qualidade, compor músicas e tocar para o público.
Só que para isso preciso treinar e estudar música.
Impossível buscar a excelência enquanto bebo.
Espero que desta vez realmente dê certo.
Quero muito me tornar um violonista de qualidade, compor músicas e tocar para o público.
Só que para isso preciso treinar e estudar música.
Impossível buscar a excelência enquanto bebo.
Espero que desta vez realmente dê certo.
O FADA DOS DENTES
Ontem minha filha perdeu o seu primeiro dentinho. Lá foi
ela escrever uma cartinha para a fada
dos dentes e deixar debaixo do travesseiro.
A noite, minha esposa imprimiu uma linda cartinha de agradecimento
da internet e colocou debaixo do travesseiro junto com três moedas do meu
cofrinho (humf), tinha até um esquema com todos os dentes para marcar quando caírem.
Pela manhã minha filha acordou bem cedo, mais do que minha
esposa gostaria, e foi pulando na nossa cama pra mostrar e ler a cartinha.
Como é linda a inocência da infância.
Agora, o que eu não compreendo é como podem adultos
acreditarem no fada dos dentes e suas histórias fantasiosas. Sim estou falando
de deus.
Acompanhando o crescimento de minha filha e suas fantasias de
infância e como ela acredita tão piamente nessas fantasias fica mais claro em
minha mente a inexistência de um ser mágico que escuta nossos pensamentos e que
vem ao nosso socorro em momentos difíceis. Ou ainda pior, dotado de raiva,
inveja e fúria contra seus “filhos”.
É fácil entender porque minha filha acredita na fada dos
dentes, além de sua inocência infantil, e a natural e desejável imaginação de
criança, minha esposa e eu providenciamos todo tipo de evidências para sua
existência. Falamos da fada quando o dente começou a ficar mole, incentivamos
quando vimos a cartinha que minha filha escreveu e até respondemos a carta e
colocamos as três moedas! Que mais evidências uma criança de 6 anos precisa?
Pois é.
Traçando um paralelo com a crença, lhes pergunto adultos:
Quais são as crenças que vocês se esforçam em acreditar e que
lhes foram imputadas por outros enquanto vocês ainda não tinham discernimento
para entender melhor?
Quais são as evidências hoje, que se colocadas sob uma
análise clara e honesta não se sustentam?
Eu me fiz essas e muitas outras perguntas.
Hoje tenho clareza suficiente para entender de onde vem
tantas de nossas crenças, medos e esperanças.
Não é nada mais do que um construto social nos passado de
geração em geração e que de certa forma atende nossas necessidades emocionais e
sociais.
Assim como a fada dos dentes.
quinta-feira, 25 de maio de 2017
Sob o Feitiço
Ontem uma quarta feira tomei duas garrafas de IPA.
Não estava nervoso, nem ansioso, mas me deu vontade.
Aproveitei que ia ao mercado e depois em outros lugares e bebi enquanto dirigia, hábito antigo que ainda permanece.
Por enquanto ainda estou sob a falsa influência do prazer com o álcool.
Eu curto então eu bebo.
Tenho em minha mente que se não fosse pelo dinheiro gasto e pela ressaca que me rouba concentração e saúde eu ainda beberia, sem problemas.
E é ai que reside o perigo, a gente esquece dos efeitos nefastos do álcool.
É uma substância tóxica ao corpo humano e é altamente viciante.
Então eu sei que aquele é um falso prazer e sei que a ressaca é um indicativo que meu corpo está doente por conta disso.
Ainda assim eu bebo.
Como superar esse feitiço?
Não estava nervoso, nem ansioso, mas me deu vontade.
Aproveitei que ia ao mercado e depois em outros lugares e bebi enquanto dirigia, hábito antigo que ainda permanece.
Por enquanto ainda estou sob a falsa influência do prazer com o álcool.
Eu curto então eu bebo.
Tenho em minha mente que se não fosse pelo dinheiro gasto e pela ressaca que me rouba concentração e saúde eu ainda beberia, sem problemas.
E é ai que reside o perigo, a gente esquece dos efeitos nefastos do álcool.
É uma substância tóxica ao corpo humano e é altamente viciante.
Então eu sei que aquele é um falso prazer e sei que a ressaca é um indicativo que meu corpo está doente por conta disso.
Ainda assim eu bebo.
Como superar esse feitiço?
sábado, 6 de maio de 2017
Difícil Resistir - Será?
Então eu bebi ontem de novo. Acho que teria sido fácil ter
resistido, mas, estava cansado e com a cabeça cheia de preocupações, meu antigo
hábito de beber para pensar falou mais alto.
Pelo lado positivo foi a consciência de todo o processo pelo
qual passa minha cérebro e meu corpo.
Foi fácil ficar com apenas uma garrafa, então o efeito hoje
pela manhã foi bem menor, porém presente como sempre, um pequeno cansaço. Com o
tempo e outros compromissos isso acumula e acaba por gerar um efeito de ciclo
vicioso de stresse – bebida – stresse – bebida. Pra mim é mais do que claro que
o a cerveja é também causa do próprio motivo, os processos mentais que uso,
para beber.
Por outro lado, ontem a noite, quando cheguei em casa, estava com fome, afinal o álcool abre
o apetite, não é mesmo? Comi mais do que deveria, inclusive chocolate. Tá aí
mais um efeito nefasto de tomar uma cervejinha na sexta a noite. Passo a semana
toda controlando minha alimentação, inclusive com 24hrs de jejum intermitente,
só para por tudo a perder por conta de alguns goles de veneno.
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